Tratamento

Saúde da gengiva: a base de todo tratamento

Implante, lente, alinhador e reabilitação se apoiam na gengiva. Quando ela não está saudável, o tratamento mais caro do mundo não dura.

Caneta de ultrassom odontológico em seu suporte, com curetas periodontais ao lado.
Imagem ilustrativa

Por que a gengiva decide a durabilidade

  • Implante — a perda de implante a longo prazo tem, na maioria das vezes, origem inflamatória ao redor dele. Gengiva doente é o principal fator de risco.
  • Lentes e coroas — a margem da peça fica na altura da gengiva. Se ela retrai ou inflama, aparece uma linha escura e a estética se perde.
  • Alinhadores — o dente se move dentro do osso. Osso comprometido muda o que é possível e o que é seguro.
  • Reabilitação — nenhuma reabilitação começa antes de a gengiva estar tratada.

Sangramento não é normal

Gengiva saudável não sangra ao escovar nem ao usar fio. Sangramento é sinal de inflamação, e inflamação prolongada leva à perda do osso que sustenta o dente — um processo silencioso, que raramente dói e só aparece quando já avançou.

Limpeza profissional, no intervalo do seu caso

A escovação em casa não alcança tudo. O cálculo — o tártaro — endurece e adere à superfície da raiz, e só sai com instrumento. O intervalo entre as limpezas não é igual para todo mundo: é definido na avaliação, conforme o seu acúmulo, a sua saúde geral e os tratamentos que você já tem na boca.

Manutenção de quem já investiu

Quem fez implante, lente ou reabilitação passa a ter mais motivos para manter a rotina, não menos. A manutenção é o que protege o que já foi feito.

O limite

Casos com perda óssea avançada podem exigir tratamento periodontal mais extenso antes de qualquer procedimento estético ou reabilitador, e isso muda o cronograma. É dito na avaliação, não no meio do caminho.

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